domingo, 15 de maio de 2016

Volta (bagunçada) ao blog

Olá, leitores valentes (ou que tenham caído aqui pelo Google)!

Novidades não tão novas:
- fiz o curso de húngaro em Szeged há um tempinho (3 semanas em julho-agosto/2015... o tempo passa ráááápido!) e ainda não escrevi sobre minha temporada lá. É algo que quero e pretendo fazer. Sei o quanto é difícil encontrar relatos sobre esses cursos. Na verdade, não encontrei nenhum quando decidi fazê-los. E agora tenho Pécs como base de comparação. 
Sem falar que Szeged é uma cidade fantástica e a experiência do curso foi incrível! Tudo isso merece ser contado e vai ser.

-  Já deu tempo de fazer outra imersão em idiomas: espanhol em Medellín, Colômbia! Voltei há poucos dias. Fiquei 5 semanas em abril/2016, pegando ainda a primeira semana de maio.

Está tudo anotadinho no meu diário de viagem, tenho fotos e aquela tranqueirada de folhetos que sempre acabo trazendo.

No meio de tantas emoções e pouca blogagem, decidi fazer o seguinte: vou inverter a ordem cronológica e postar primeiro sobre o curso de espanhol; e em seguida posto sobre o curso de húngaro. Quero aproveitar enquanto pelo menos as memórias de Medellín ainda estão mais frescas.

Um dos motivos para eu não ter escrito ainda sobre o curso de Szeged - fora a correria do trabalho, trânsito, etc - foi que o processo para conseguir um tempo livre para fazer o curso na Colômbia foi meio sofrido. No fim deu tudo certo, os dois cursos foram fantásticos e espero ter mais tempo de escrever sobre eles.

Então apertem os cintos e vamos lá!

 

domingo, 13 de março de 2016

Exposição sobre a cultura húngara - Cadima Shopping, Nova Friburgo

Olá, pessoal!

Tirando a poeira do blog para dar um aviso a quem estiver em Nova Friburgo-RJ por esses dias.

Exposição sobre a cultura húngara no Cadima Shopping de 14 a 31/03/2016.
Vejam aí:

Bem que poderiam fazer alguma coisa assim aqui em Brasília!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Cursos de húngaro em Sampa - 2016

Sziasztok!

Postagem relâmpago para o pessoal de São Paulo. Mesmo que provavelmente vocês já tenham visto esses links, hehe!

Vi no facebook da Embaixada da Hungria a divulgação do curso de língua e cultura húngara na USP. Inscrições até o próximo dia 16. Maaaas.... as vagas já estão esgotadas! Só com lista de espera. :-(


Porém os moradores da Pauliceia têm à sua disposição não apenas um, mas dois cursos de húngaro! Então é só se matricular no curso da Associação Húngara e ser feliz. 

Enquanto isso, os moradores das outras cidades vão curtindo uma invejinha. :-D

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Computador, a saga

Olá, pessoas! [alguém aí?]

Vou ficar sem computador nos próximos dias! :-(

Vejo que essa época muita gente começa a se planejar para fazer cursos no ano que vem e aumenta a procura por esse tipo de informação aqui no blog. Mais um motivo para que eu escreva logo sobre a experiência em Szeged - também para aproveitar o embalo, porque agora a vida já está no ritmo normal de trabalho.

Na verdade, minha saga com o computador vem de longo tempo. Quando ela se definir melhor, volto aqui e conto como foi. Beleza?

Até mais!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Alguns rápidos comentários



Sziasztok!

Já fui, já voltei... e, pra variar, estou devendo posts.
Quem quiser ver fotos de Szeged, tem no Flickr! Falta editar títulos e colocar descrições, mas de qualquer forma as fotos estão lá. Ainda falta colocar também as fotos que tirei em Budapeste.

Uma pergunta que todo mundo fez quando voltei: e a crise migratória?

Vi muitos grupos de refugiados em Szeged, concentrados em frente à estação de trem. Também vi refugiados em Subotica (Sérvia), onde fiz um bate-volta, e em aldeias por onde passou o ônibus. Vi pessoas caminhando nos campos para atravessar a fronteira a pé. Essa fronteira onde, na cidade de Röszke, recebi os carimbos que aparecem aí na foto. E em Budapeste, perto da estação Keleti.

Na TV húngara, principalmente no canal de notícias M2 (não tenho certeza, mas me parece que é estatal ou semi), muitas notícias sobre os "migrantes ilegais". No canal Story 5, que passa séries e novelas - mas também noticiários -, críticas à "histeria" contra os recém-chegados. As opiniões me pareceram divididas. As imagens dos confrontos diretos com a polícia húngara ainda não tinham ganho o mundo.

Depois, durante uma excursão em Budapeste, a guia contou que um grupo de extrema-direita deu alimentos com laxantes (!) a vários refugiados.

Tive a oportunidade de conversar com alguns voluntários em Szeged. Um grupo montou uma barraca em frente à estação e estava distribuindo água e comida, além de encaminhar para atendimento médico quem precisasse. A barraquinha aparece bem à esquerda na primeira foto desta matéria

Esta outra matéria também trata da situação na fronteira Sérvia-Hungria e das atitudes que o governo vem tomando (repressão policial, construção de cerca, etc).

É estranho mas, enquanto estive lá, não tive a dimensão do que estava acontecendo. O noticiário no Brasil ainda estava mais voltado para os problemas da travessia por mar; no máximo, informava que muita gente entrava pela fronteira da Sérvia e que o governo da Hungria estava construindo a cerca, essas coisas. A tragédia das pessoas mortas no caminhão abandonado na Áustria ainda não tinha acontecido, nem a do menino Aylan. 

Como os governos vão agir nessas próximas semanas? Não sei. O governo húngaro, sob pressão, liberou a passagem dos imigrantes para Áustria e Alemanha... mas prossegue na construção de um polêmico muro. Em tempos de declarações do Donald Trump sobre os mexicanos (e o desejo de construir um muro) e de colombianos sendo deportados da Venezuela (pois é, perto de nós também está feia a coisa), nada mais surpreende. O tempo em que os países convidavam gente de outras partes para povoá-los pelo visto já passou.

Li numa reportagem a entrevista com uma voluntária em Szeged que dizia: "não me interessa a questão política; não me interessa de onde vêm essas pessoas nem para onde vão, mas agora elas precisam de ajuda". É como eu penso, e assim fecho o post com esses links:

- Migszol, grupo húngaro de ajuda ao migrante;
- matéria do El Mundo sobre como ajudar.

O assunto é triste e difícil, mas não tinha como não falar.
No próximo post, volto à programação normal. Beleza?

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Em Szeged para o curso de verão! - dicas sobre inscrição

Sziasztok!

É isso mesmo! Estou em Szeged para 3 semanas de curso de húngaro.
A rotina aqui está meio puxada, mas vou tentar escrever sobre essa experiência à medida que ela vai se desenrolando.

Fiz a inscrição e comprei a passagem assim que saiu a confirmação do calendário, em fevereiro. 

Em relação à inscrição para o curso em Pécs, algumas diferenças:
- o preço não inclui a hospedagem;
- existe uma taxa de matrícula, de 30 euros.
O problema de pagar qualquer taxa com antecedência é que, no caso de quem está no Brasil, isso envolve taxas bancárias bastante altas para a operação de transferência da grana (o tal do SWIFT). No Banco do Brasil, existe uma taxa mínima de... 100 dólares!

Ou seja: para transferir 30 euros, você gasta 30 euros + 100 dólares. Legal, né? Só que não. :-/

Eu mesma queria garantir a vaga, não sabia o quanto eles seriam flexíveis sobre isso e fiz outra opção: aproveitei a transferência bancária para pagar tudo de uma vez (exceto a hospedagem, que é paga à parte). Dói menos saber que você gastou 100 dólares para transferir 400 e tantos euros do que gastá-los para transferir 30 euros. E assim eu escapava de eventuais subidas do câmbio. 

Na verdade eu vacilei. Parece que nem todo mundo chegou aqui com a taxa de matrícula já paga. Se você estiver interessado em fazer o curso, recomendo que dê uma chorada junto à coordenação. A Ági é supersimpática e está disponível para resolver problemas.

Comparando com outros cursos que fiz:
- No Goethe o pagamento é todo adiantado (sem choro nem vela) e feito por transferência bancária.
- Em Pécs não há taxa de matrícula. O pagamento é feito no dia da apresentação (o domingo antes do curso). O valor é dado em euro, mas o pagamento é em forint. O problema aí é a taxa de conversão que eles usam, não exatamente amigável. Calcule com uma boa margem de segurança.

Muita gente aqui está como bolsista, inclusive o outro brasileiro do grupo (sim! Dessa vez não sou a única brazuca da turma). Os bolsistas têm hospedagem paga (em quarto compartilhado) e refeições também. Não lembro se também recebem tíquete de ônibus.

Uma dica, principalmente para quem fizer a inscrição muito antes, é trazer o comprovante do banco. Eu tinha feito a minha há tanto tempo que o pessoal já nem lembrava que eu tinha pago. É sempre bom garantir, né?

Sobre a inscrição propriamente dita, isso é o que estou conseguindo me lembrar agora. Já eu volto com outros posts e falo sobre o curso propriamente dito.

Viszlát!

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Curso de húngaro na USP

Olá, leitores!

Infelizmente fiquei um tempo sem aparecer por aqui (coisas do trabalho, entre outras) e perdi o timing para divulgar essa notícia maravilhosa e bombástica, que infelizmente divulgo com atraso (shame on me):

A USP está oferecendo cursos de húngaro!!! \o/

Isso mesmo: a USP está oferecendo cursos de húngaro!


Tem o apoio da Universidade de Pécs. Se o material usado for o MagyarOK, vocês vão me ver escondidinha numa das fotos que ilustram o livro, hahaha! (mistério)

Excelente notícia. Super obrigada à professora Sarolta Kóbori pela divulgação.