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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Computador, a saga

Olá, pessoas! [alguém aí?]

Vou ficar sem computador nos próximos dias! :-(

Vejo que essa época muita gente começa a se planejar para fazer cursos no ano que vem e aumenta a procura por esse tipo de informação aqui no blog. Mais um motivo para que eu escreva logo sobre a experiência em Szeged - também para aproveitar o embalo, porque agora a vida já está no ritmo normal de trabalho.

Na verdade, minha saga com o computador vem de longo tempo. Quando ela se definir melhor, volto aqui e conto como foi. Beleza?

Até mais!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Fechando o dia em Berlim - Museu de História Natural

No post anterior, falei um pouco sobre as aventuras de um domingo em Berlim. De volta ao hotel - um pouco depois das 16h -, decidi passar no Museu de História Natural (Naturkunde Museum). O site é bem informativo e dispõe de folhetos em vários idiomas (confira em "download infoflyer").

A entrada para adultos custa 5 euros, de acordo com o site - mas, por algum mistério que não questionei, a funcionária me cobrou meia entrada. Bom, né?

Cheguei lá pelas 16:30 e o museu fecharia às 18h. Saí um pouco antes. Foi uma pena: vale a pena passar mais algum tempo lá para ver as exposições com calma. Estavam organizando uma sobre dinossauros no salão central. Pais, crianças, visitantes adultos... todos lá, curiosíssimos observando os esqueletos gigantescos. Muito bom!

Além disso, pude ver parte das exposições permanentes em outras salas: mineralogia e petrologia, zoologia, medicina forense (essa eu não tive tempo de visitar)... é interessante como a curadoria do museu consegue mostrar de forma bem didática como esses temas se interconectam.

Tirei algumas fotos mas, como o site informa que a publicação na internet deve ter autorização da direção ("photo permit", lá embaixo)... melhor não dar bola fora, certo?

Resumindo: vale muito a pena visitar esse museu. Caso você tenha filhos ou queira presentear algum filho de amigo (ou se presentear também, hehe!), vale a pena também passar na lojinha anexa ao café. Lá estão à venda vários kits para pequenos cientistas, livros e brinquedos interessantes.

No dia seguinte - não sem antes ficar perdida em Berlim numa noite chuvosa -, rumo a Göttingen. Mas isso já fica para outro post.

Tschüs!

domingo, 14 de julho de 2013

Voltei! (ou: a saga do novo computador)

Como escrevi no post anterior, meu notebook velho de guerra resolveu me deixar na mão. Achei que não compensaria pagar R$700 pelo conserto da placa-mãe e preferi comprar um outro computador, parcelando em não tão suaves prestações.

O pessoal da assistência técnica pôs o HD num case com um microcabo USB e, assim, não perdi os dados (que bom!). O problema é que veio com um vírus de brinde. Assim não pode, assim não dá. Passei alguns antivírus e acredito que esteja resolvido.

Minha experiência com o outro note (Dell) foi até boa. Digo, com o computador em si. O problema era quando se esgotava a vida útil da fonte e eu tinha que comprar outra. As fontes universais não funcionam e as originais/compatíveis/paralelas/sei lá são bem caras! E tive algumas que não duraram quase nada. Então resolvi tentar um outro fabricante. Depois de algumas boas recomendações sobre a Acer, optei por um Aspire V3.

A primeira coisa que me fez sofrer um bocado foi o tal do Windows 8. Vejo pelas estatísticas do blog que pouca gente usa o dito-cujo. A dica é: preparem-se! É chatinho para usar? É. Mas nada que os tutoriais da internet não ajudem. O pior, na minha opinião, é a própria filosofia de obrigar você a trabalhar em rede. Cada usuário precisa ter um login, mesmo que seja um usuário local (o sistema induz você a fazer o primeiro login com a senha da Microsoft, mas você pode - e acho que deve! - criar um usuário local). Aí ele sai sincronizando tudo. Achei muito invasivo, mas enfim né? Tio Bill, Mr. Obama, todo mundo quer saber o que você fez no verão passado.

No mais, estou gostando muito do monitor grande (15,6") e do teclado alfanumérico. Por falar em teclado, parece que ele é um pouco mais sensível. Ou talvez seja do sistema essa "síndrome do cursor louco" (sei lá se existe um nome para isso): estou digitando tranquilamente e, de repente, o cursor está em outra parte do texto.

No começo tive dificuldade com o cabo da fonte: a conexão parece mais frágil do que nos notes da Dell. Depois de sofrer um pouco, vi que eu não estava encaixando a conexão direito. Qualquer trombada de leve no note e ele parava de carregar. :-(

Um ponto positivo é a fonte mais leve. Comparem:
À esquerda, a fonte do Acer. A outra é do note da Dell

E é isso. Agora falta reorganizar os arquivos, os favoritos... e voltar com força total. :-)