quinta-feira, 25 de abril de 2013

Passeando virtualmente pela Hungria no Google Streetview

Quem aí gosta de "passear" usando o Street View? o/

Pois agora o serviço está disponível na Hungria. Basta escolher a cidade no Google Maps e arrastar o homenzinho. As estradas e ruas registradas pelo serviço aparecem como linhas contínuas:


Um exemplo perto da praça Szechényi:

Agora é aproveitar a novidade! :-)

PS: Estou com outros posts para escrever ainda sobre o curso de verão 2012 - tudo bem que faltam três meses para o curso de 2013... abafa o caso. De qualquer forma, antes tarde do que nunca! Ficam as referências para ajudar quem estiver pensando em fazer algum curso lá.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Uma brasileira na Hungria - Duda Amorim

Sziasztok!

De volta, depois de um longo tempo sem postar aqui.
O post de hoje é bem simples: dois videozinhos (que não consegui incorporar de jeito nenhum; estão na forma de links). E o tema é... esporte!

Quando se fala em handebol no Brasil, as pessoas pensam logo em educação física no colégio, esporte universitário... mas na Europa ele tem uma estrutura profissional bastante forte - e boa parte dos atletas brasileiros jogam por lá.

A Duda Amorim, da seleção brasileira, joga desde 2009 no Győri Audi ETO KC. É o mesmo time da Anita Görbicz, uma das atletas húngaras mais populares. E essa é a chance de mostrar um vídeo com alguém de terras brazucas falando húngaro! Aqui uma reportagem sobre o novo técnico da equipe, um espanhol que, junto com as jogadoras estrangeiras, tenta aprender o idioma. A Duda aparece aos 4:30 entrevistando o técnico. O vídeo tem cenas das aulas também.

Mais sobre a rotina da jogadora e a popularidade do handebol na Hungria neste vídeo.

PS: De uns anos para cá, as emissoras resolveram não mais divulgar o nome dos patrocinadores, mesmo quando incorporados aos nomes dos times. Para esportes menos populares fica bem mais difícil viabilizar um time, já que os patrocinadores perdem o interesse. Se a Audi patrocina o Győri ETO, qual o problema de aparecer o nome da empresa? Já aqui, o basquete Uniceub vira Brasília... aí complica.




domingo, 24 de março de 2013

Post personalizado para o Tobias!

Oi, Tobias e outros leitores do blog (meus irmãos, por exemplo!)

Pretendo voltar aqui e estou com muitas ideias. O problema é o tempo, ou a falta dele! Estou com a vida profissional meio atrapalhada e acredito que em meados de abril eu consiga voltar por aqui.

Sziasztok!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Aviso aos navegantes

Olá, leitores (tem alguém aí?)!
Só avisando, com atraso, que não me esqueci do blog. Primeiro foi uma tendinite e agora, gripe! Mas pretendo voltar em breve em meados de abril, belê?
Fui!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Filme - Zimmer Feri 2

Sério, gente... estou devagar com aqueeeles filmes que comprei na viagem!

Aproveitei o feriado para ver este aqui:

Se o Youtube derrubar o link, procure "Zimmer Feri 2" e confira

O título é um jogo de palavras: Feri é apelido de Ferenc (o equivalente a Francisco). Zimmer frei [repare na inversão de duas letrinhas], em alemão, seria algo como "aluga-se quarto" (literalmente, "quarto livre"). Alemão é um idioma estrangeiro bem popular na Hungria; por sinal, vi umas placas de "Zimmer frei" em casas situadas nas colinas Mecsek.

E o filme? É sobre uma família - Feri (que na versão em inglês vira "Fred"), Vilma, a filha deles (Rózsi), o genro Pista e os dois netos - que compra um castelo a preço baixíssimo. O imóvel tem fama de ser mal assombrado e eles querem transformá-lo num hotel. É uma comédia bem no estilo Sessão da Tarde [relevem a peituda do trailer, é a única cena desse tipo!]. Tipos extravagantes, câmera às vezes acelerada e às vezes lenta, humor ingênuo que não me fez gargalhar, mas me fez torcer pelos personagens.

Mais informações (em húngaro) no site da distribuidora, aqui.  
O filme, de 2010, é sequência de uma comédia filmada em 1998 - que não está no meu pacote de DVDs e pode ser vista aqui:

 Zimmer Feri, filme completo

Ficha: Zimmer Feri 2 ("Haunted Holiday" na versão em inglês) (2010). Diretor: Tímár Péter. Duração: 92 minutos. Com Gábor Reviczky, Judit Pogány, József Szarvas, Vanda Kovács e outros. Megafilm. DVD com legendas em húngaro [preciso confirmar] e inglês.

Gororoba do dia: bolinhos de tofu e arroz negro

Aproveitei o feriado para inventar uma receita gororobística:
Ficaram com cara de cookies

Vamos aos ingredientes:
- aprox 3/4 xícara de arroz negro cozido (essa medida é do arroz já pronto);
- 1 batata média cozida e sem pele
- aprox 1-1,5 xícara de farinha de rosca
- aprox 1/2 xícara de castanha de caju triturada
- 300g de tofu drenado
- 2 dentes de alho esmagados
- sal a gosto (usei 4 pitadas)
- 1 colher (chá) de páprica

Preparo: amasse e misture todos os ingredientes, exceto a farinha de rosca. A consistência é de uma espécie de purê. Vá acrescentando a farinha de rosca para deixar a massa mais sequinha, consistente e fácil de ser moldada. Forme bolinhos achatados e disponha-os numa forma untada e/ou antiaderente. Cerca de 30-35 minutos de forno pré-aquecido. Rende cerca de 50 bolinhos e o que sobra eu ponho para congelar. Acredito que se fritar dê certo também, mas não tentei.

Não sou grande fã de tofu. Procuro consumi-lo porque é saudável, boa fonte de proteínas e fitormônios. Para disfarçar um pouco a sem-gracice do dito-cujo, volta e meia invento esses bolinhos. Dessa vez usei algumas coisas que estavam sobrando em casa, como o arroz negro - que comprei em promoção, óbvio, porque normalmente é caro que só. Usei o orgânico da Fazenda Tamanduá, que tem uma aparência mais heterogênea e uns grãos mais durinhos se comparado ao arroz negro da Ruzene, por exemplo.


A ideia era usar menos arroz e mais batata. Só que a bonita aqui não teve paciência de esperar a batata cozinhar direito e foi preciso mudar um pouco os planos. No final acho que ficou até melhor. A páprica também deu um toque especial. [E também, imaginem que vou desperdiçar a páprica que trouxe da Hungria! Vou usá-la em todas as receitas].

Uma outra receita mais básica leva os seguintes ingredientes:
- 300g de tofu drenado;
- 5 batatas médias ou 6 pequenas;
- 1 a 1,5 xícaras de farinha de rosca;
- 2 dentes de alho;
- cebola, salsinha
- sal (q.s.p.);
- qualquer coisa para dar um pouco de cor e sabor aos bolinhos: legumes, colorífico, açafrão... se fizer só a receita básica, fica muito sem graça!

Aí você pode perguntar: por que batata e farinha, se elas têm o mesmo tipo de nutrientes? É que a batata dá liga, e a farinha ajuda a secar um pouco a massa, deixando-a menos grudenta e mais fácil de moldar. Acho que dá para substituir a batata por milho, mandioca ou abóbora (ou quem sabe até por algum tipo de leguminosa), e a farinha de rosca por farinha de mandioca, farinha de milho ou até aumentar a quantidade de castanha triturada.

Usei o tofu da Ecobras. Eu já tinha consumido outros produtos da mesma marca, mas achei esse tofu meio fedidinho, e olhem que estava dentro do prazo de validade. O da Samurai Foods estava com uma cara melhor, mais clarinho... mas custava 5 reais a mais. Pode ser alguma diferença no processo de fermentação. Vai saber...

Enfim, se alguém mais quiser arriscar essa receita e contar o que achou, fique à vontade!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Excursão a Siklós e Villány - parte II

Para quem chegou pelo Google, aqui está a parte I.

Continuando o passeio no museu do castelo, vimos algumas peças bonitinhas:


Outra parte da exposição reproduzia moradias antigas, com móveis de época, retratos, etc:
Não me lembro de ter visto placas informando sobre a vida dessas pessoas que aparecem nos retratos. Uma coisa que vi em outros museus que funcionam em castelos na Hungria é a, digamos, escassez desse tipo de sinalização. Uma vez me disseram que é para não descaracterizar o local, o que faz sentido. Mas que fiquei curiosa, fiquei!

O que aconteceu com o quadro da esquerda e com a pintura da parede nessa área? [Clique e amplie]

Numa outra sala, uma pequena exposição sobre Vuk Stefanović Karadžić, linguista e folclorista que organizou as bases do idioma sérvio. Mais sobre ele no artigo da Britannica e, claro, na versão em inglês da Wikipédia

Que bigode é esse?!
Você acha que aprender sérvio deve ser difícil? Imagine se o Vuk Stefanović não tivesse feito esse trabalho...

Achei interessante o tema dessa exposição, já que - ao que parece - existe um certa tensão, talvez uma antipatia mútua entre os vizinhos da Sérvia e da Hungria. Nacionalismos latentes, divisões territoriais nos períodos de guerra... mas o fato é que existem minorias sérvias na Hungria e húngaras na Sérvia.

 Uma das maquetes do castelo

 Bolas de boliche? Onde estão os furinhos? OK, são balas de canhão [#semgraça]

Numa outra sala, havia uma exposição sobre os brigadistas e/ou bombeiros da cidade:


Numa outra sala, exposição de vinhos e de equipamentos usados nas vinícolas:
 
 Num dos corredores estavam expostos trabalhos feitos pelas crianças de escolas da região. Achei bonitinho e fotografei também, ora!



Esse eu achei tão fofo!


Quase saindo do castelo, reparei na porta de acesso à prisão. Já estava todo mundo voltando para o ônibus e não deu tempo de explorar essa parte:
Detalhe do acesso à prisão

E, na saída do castelo...
 Detalhe do portão

Área externa

O ônibus seguiu então para Villány, que fica numa região conhecida pelas vinícolas; e o roteiro era esse: janta e prova de vinhos.

 Videiras
Vista na área externa do restaurante
 
O restaurante era meio chiquetoso, mas os garçons eram simpáticos e tinham a maior disposição em explicar sobre os vinhos antes de servir. Fiquei na água mineral, que estava geladinha e bem gasosa (ainda está na minha lista fazer um post sobre a água!). De entrada serviram gazpacho. Eu nunca tinha provado gazpacho na vida (sopa fria de tomates? ahn?), mas não é que o danado estava bom? Os legumes refogados - abobrinha e berinjela ao estilo mediterrâneo, e batata refogada - estavam muito bons também.

 Detalhe do restaurante

E, para finalizar o post, outra foto tirada perto do restaurante com destaque para esse campo de lavandas:


Vou ficando por aqui. Feliz 2013!